Hoje o sentido está relacionado aos intelectuais, que por acaso envolvem os cinco sentidos sensoriais.
1) TATO:
É o sentido pelo qual percebemos a extensão; a temperatura, a consistência, e outras qualidades dos corpos, pondo em contato com eles o nosso corpo.
Pois é aí que pode morar o risco... Sabe aqueles dias em que você acorda e tem vontade de socar a própria cara... Isso mesmo, golpear com a mão fechada a minha própria face, me dar um MURRO.2) VISÃO:
Saber o porquê, é muito pior do que ser "CEGA", porque ser cega é não enchergar as consequencias das atitudes e achar que as coisas aconteceram: por acaso, destino ou até mesmo para aprender a enchergar.
Só que a repetição de atos errados tem uma qualificação: Burrice!
E é justamente assim que me sinto burra, as vezes idiota, por continuar acreditando que as pessoas irão enchergar, me enchergar.
3) AUDIÇÃO:
Mas a única responsável por essa expectativa é minha, afinal por ter a fama de me virar sozinha, e as pessoas não imaginam que eu crio a expectativa. Alias as expectativas são minhas e não dos outros. Então não tenho me sentido no direito de gritar, brigar, reclamar, ou seja, "FALAR". Afinal eu criei a expectativa, alimentei a ilusão e aguardei que me enchergassem.
É quando me dou conta de que não adianta só esperar ou pedir que me encherguem, porque as pessoas não escutam, quando se fala baixo a voz é abafada pelas palavras do outro e quando aumento o tom de voz, sou descontrolada. Mas só se aumenta o tom de voz, quando se quer ser ouvida, mas também não adianta, porque as vezes viram as costas e não adianta mais, porque de acordo com alguma NBR:
"Elevar o tom da voz significa perder a razão!"
Juro que gostaria de saber quem foi o desgraçado que publicou essa teoria...
4) PALADAR
Pois adoraria fazer com esse digníssimo, o mesmo que Dr. Hannibal Lecter faz com seus convidados, degustar tranquilamente, elegantemente e delicadamente cada pedacinho do autor da frase belíssima, descrita acima...
Desculpas pela falta de explicação pelo digníssimo. Quando me referi a digníssimo, foi porque "SENTI O CHEIRO" de homem no ar; tenho quase certeza de que o filósofo de frase tão insensivel, só pode ter sido do sexo masculino, ou com tendências a masculinidade.
Afinal de contas, nós mulheres desde nossas antepassadas fomos ensinadas a falar baixo e sempre servir, é ordem natural em um sistema familiar patriarcal; desta forma, e embasada em teorias cientificas, continuo a afirmar que só elevamos o tom da voz, quando sentimos necessidade de ser ouvidas e não nos permitem tal fato.
E assim termino mais aliviada e retornarei a labuta depois de um cochilo que se faz necessário depois do alívio por ter desabafado...








